Assédio feminino: Indústria florescente

Cláudia B. S. Pacheco*

 

Hoje as mulheres não podem mais dizer que estão impedidas de fazer o que antes “só os homens podiam fazer” (impelidas pela inveja e pela projeção, elas viam uma grande vantagem na “poligamia”).

As leis atuais garantem a liberdade das mulheres se relacionarem com quem desejarem, infidelidade conjugal não é mais penalizada, e em vários países abortos são de decisão única das mulheres. Dentro desse novo modelo de comportamento, as feministas garantiram o poder de vestir-se como bem entendem (ou despir-se) e têm a proteção da lei. Ao mesmo tempo, assistimos a uma forma inusitada de censura, fomentada grandemente pelas feministas, feita aos homens heterossexuais.

 

Quem assedia a quem?

A sociedade e as leis só consideram assédio aquele que é feito pelos homens. O assedio feminino não é nem reconhecido e muito menos criminalizado. Vou explicar melhor: o dicionário define assédio como:

“1. um tipo de violência que se caracteriza pela insistência de determinada pessoa em se insinuar sexualmente para outra, provocando desconforto nesta última.”

Claro que essa definição foi dirigida prioritariamente aos homens que, pela sua natureza instintivamente mais ativa, respondem ao estímulo sexual feminino, aparentemente passivo. Mas será que esse estímulo sensual feminino é tão passivo e inocente? Não será um grande desconforto ao homens heterossexuais sofrerem diariamente, em locais públicos e privados, o apelo aberto e ostensivo das que se vestem e se comportam de forma provocativa para um homem normal ?

“2.O assédio sexual costuma acontecer em ambientes de trabalho, quando o funcionário(a) é por vezes ameaçado, chantageado ou mesmo vítima de avanços sexuais (verbais ou físicos) sem o seu consentimento.”

As mulheres que se comportam de maneira sensual e provocativa não estão agindo de forma a gerar desconforto e até torturar os homens heterossexuais em ambientes de estudo e trabalho, que deveriam requerer concentração? Qual homem saudável sente-se confortável tendo que trabalhar ao lado de uma mulher que exibe suas formas atraentes sem timidez? É esperado que mais dia, menos dia, o homem saia de seu controle e manifeste aquilo que geralmente a mulher no fundo espera: saber que é desejada, mesmo que não tenha a menor intenção de retribuir o relacionamento.

Aliás a atitude de provocação sexual que as mulheres têm traz enorme intranquilidade para toda a empresa: acaba com a produtividade, alimentando a alienação. Onde as feministas têm preponderância, seja no trabalho, nas reuniões socais ou familiares, o ambiente torna-se agitado, e causa desentendimentos entre homens e mulheres.

Quantos bons profissionais não tiveram suas vidas e famílias destruídas após terem caído na armadilha de mulheres doentes e perversas com aparência de vítimas indefesas.

Um cliente de psicanálise que mora em Londres queixou-se da desigualdade de tratamento que os homens vêm sofrendo em relação as mulheres. Disse ele:

“se eu toco de leve no ombro de uma mulher para cumprimentá-la posso ser acusado de assédio sexual e ser punido por isso. Porém elas podem se vestir de forma provocante e sensual, nos abraçar, encostar seu corpo no nosso sem que possamos nos sentir provocados, e sem que possamos exprimir qualquer reação. Parece que todas querem que sejamos homossexuais! E se conseguem nos castrar ainda somos chamados de impotentes, fracos e covardes.”

Nunca se ouve falar de homens que se revoltam por terem sido assediados sexualmente por mulheres – existe entre eles um sentimento de vergonha se rejeitarem tal assédio. E se eles caem nas malhas da sedução feminina, se até ingenuamente demonstram seu impulso natural, as mesmas mulheres se enchem de ódio contra eles e os chamam de animalescos. Porque então as mulheres gastam tanto dinheiro e tempo para serem cada vez mais sexys? Para terem o prazer de poder humilhá-los e rejeitá-los?

 

Assédio no trabalho: indústria florescente de processos

Humilhar o homem não é a única recompensa das feministas. Não existem leis apropriadas em defesa dos homens heterossexuais assediados por mulheres. Existe a Delegacia da Mulher mas não a dos homens assediados, agredidos, processados, roubados e colocados na cadeia pelas mulheres.

O Decreto-Lei nº 10.224, de 15 de maio de 2001, acrescenta o artigo nº 216-A ao Código Penal Brasileiro, apresentando o seguinte texto:

“Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função.”

A pena para a violação desta lei é a detenção que pode variar entre 1 e 2 anos.

Por que não existem processos trabalhistas movidos por homens heterossexuais contra mulheres que os assediam no trabalho?

A possibilidade de serem economicamente compensadas nos processos trabalhistas não terá favorecido o abuso na aplicação dessa legislação incompleta? Aí vêm lucrando as mulheres e seus advogados!

Assunto milenar

Mulheres atacarem a sexualidade masculina já foi assunto de inúmeros clássicos, desde Adão e Eva, Sansão e Dalila a vários tratados de Psicanálise – inveja do pênis, da sua virilidade, da sua liberdade, da sua capacidade – tudo em nome da desigualdade de sexos. Não é a mulher que sofre de complexo de castração, mas são elas que desejam castrar os homens.

E agora – que a mulher já conseguiu ser livre para fazer o que bem entende de seu corpo e de sua vida – porque esse ódio permanece?

Citando as mesmas fontes psicanalíticas (Freud, Klein e outros) e até bíblicas, só nos resta uma hipótese: a inveja feminista continua forte e firme e causando, mais do que antes seus desmandos.

 

Cláudia B. S. Pacheco é psicanalista e escritora, com 12 livros publicados. Vice-presidente da SITA, presidente e fundadora da Associação Keppe & Pacheco e da STOP a Destruição do Mundo.

Baseado na experiência com centenas de casos clínicos, a autora analisa a realidade social e psicológica das mulheres e de sua luta pela real libertação, mostrando, em termos práticos, que elas podem obter realização genuína e felicidade duradoura, através de uma maior percepção das suas atitudes psicopatológicas.

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